Corria o ano de 1957 quando o Partido Comunista Português realizou o seu V Congresso. À polícia política do regime não lhe passaria pela cabeça que os comunistas se juntariam a uns meros seis quilómetros do Forte de Santo António da Barra, onde o presidente do conselho, o fascista de nariz adunco, instalara a sua residência de férias, pobrezinho haveriam de o vir chamar, pedófilo só dali a dez anos quando rebentar o escândalo de Ballet Rose, sempre faz parecer que é assunto de predileção da classe dominante, hoje e amanhã.
O Congresso, 1957

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