
Não é um providencial senhor de Santa Comba Dão, mas parece. Pelo menos, parece pensar muito como ele – e se calhar nele, também. Passos Coelho tem reaparecido por aí – apenas a espaços, como um verdadeiro piegas – para dizer fundamentalmente duas coisas: que se voltar à política será um mau sinal; e que se o fizer, vem acompanhado do Chega e da IL. Isto significa que Passos se vê a si próprio como salvador da pátria, iluminado, que há-de voltar se houver nevoeiro. E significa também que, quando tiver de sair das cavernas para salvar o país das trevas, tenciona fazê-lo com a ajuda da extrema-direita institucionalizada. Para quem é que isto pode constituir novidade, mesmo? Ler mais
