As bicicletas partilhadas servem como um bom adereço nas cidades responsáveis. Enganam bem. Maquilham estas cidades como cidades do futuro. Mas não cumprem um objectivo básico, o de servir as pessoas e a cidade no seu todo. Assim, surgem na cidade de Lisboa a GIRA pela EMEL e muitas empresas privadas de bicicletas partilhadas.
Autor: Manifesto74
«Nós também estivemos lá… por pouco» por Bárbara Carvalho e Laura Almodovar
Celebrar Abril e Maio não pode ser só estética. É sempre um momento de resistência necessário. Celebrando-se aquilo que foi, reivindica-se o que já não é. Celebramos a luta antifascista e as conquistas arrecadadas. Afirmamos a urgência dos direitos que nos são retirados, que a nossa geração já não conheceu, mas que também não esqueceu. A celebração de Abril e Maio não se ancora numa evocação identitária oca e simplista, mas sim num pulsar de exigências que nos é quotidiano.
Marielle vive! Lula livre! E os avanços da besta fascista no Brasil.
Em que difere a morte de Marielle Franco de todas as outras mortes de dirigentes de esquerda este ano e em anos passados?
No ano de 2017 foram assassinados 66 activistas no Brasil (por exemplo, lideranças de movimentos sociais, dirigentes políticos de esquerda, ambientalistas, pessoas do movimento indígena e quilombola, enfim, exemplos não faltam).
O Brasil nunca ultrapassou esta característica de assassinar aquele, que de alguma forma, luta pela transformação social deste imenso país. E uma importante nota, os assassinos muitas vezes são bem premiados pela sua capacidade de exterminar as formigas que vêm em sentido contrário, e, claro, aos assassinos há uma clara impunidade dos seus actos.
Pedro M. Madeira Rolo Duarte
O Pedro Rolo Duarte foi militante da União dos Estudantes Comunistas. Tinha 13 anos, chumbou o ano por faltas e a Geninha Varela Gomes teve que aguentar a fúria da Maria João Rolo Duarte. Com toda a razão de mãe, a mãe do Pedro, por sinal nossa mãe, desfiava o sermão para a controleira do Pedro e gáudio do António, o mano velho e minha alegria chilreante. Ouvíamos escondidos e ríamos que nem uns perdidos porque o puto charila tinha sido apanhado e o que se adivinhava seria um castigo daqueles muito bons, reconfortantes para todos os irmãos que se querem irmãos embirrantes, irritantes, chatos como a potassa (expressão misteriosa, o que terá a potassa para a destratarem assim?). E não, o Pedro não foi castigado e aqui se percebe como a vida é injusta.
Medina e o amarelo da Carris
Carta Aberta ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. Fernando Medina.
A questão não é o racismo?
«Segundas e terceiras gerações que não passam de parasitas da sociedade» Susana Garcia, na TVI.
No 75º aniversário do assassinato de Ferreira Soares
Corria o dia de ontem e assinalava-se em Nogueira da Regedoura(Sta.Maria da Feira) mais uma sentida homenagem a Ferreira Soares, “Dr. Prata”, militante do PCP, assassinado a tiros de pistola-metralhadora no seu consultório.
Ferrreira Soares nasceu em 1903 em Viana do Castelo, tendo cursado Medicina na Universidade do Porto. Concluído o curso, exerceria a sua actividade clínica primeiro em Espinho e depois em Nogueira da Regedoura. Seria ainda reconhecido etnógrafo, crítico e contista.
Maio130: A História do 1º de Maio
Vídeo feito para o espectáculo “Maio 130”, apresentado na Festa do Avante (Café-Concerto de Lisboa) a 4 de Setembro de 2016.