Faz hoje anos que Álvaro Cunhal morreu. E faz também anos que muitos prenunciaram (pela 9858748ª vez) a morte do partido que, curiosamente, mais tem crescido nos últimos tempos. E isso, parecendo que não, para muitos constitui um problema. O PCP esteve muitas vezes “para morrer”. Teimosamente, nunca deu essa enorme satisfação à direita portuguesa (PS incluído), muito menos àqueles que no recato de um fascismo mais ou menos contido, anseiam pelo fim do partido político que resiste e luta coerentemente, luta após luta, ano após ano, ao lado do povo e dos trabalhadores portugueses.
A Teimosia do PCP