2 de Março de 2013. Acordei depois de umas horas mal dormidas. Desde o fim de Janeiro que não parava um dia que fosse em casa.
Ao trabalho diário acresceu, à militância partidária e à normal participação em lutas e acções reivindicativas de vários movimentos sociais e da CGTP, a participação no Que se lixe a Troika. Todos me eram praticamente desconhecidos, mas, num ápice os rostos se tornaram tão familiares que os via com muito mais frequência do que aquela com que vejo família ou amigos.