Diz-se que, numa guerra, a primeira vítima é a verdade. E o jornalismo, que já corria perigo de vida, viu a guerra matá-lo e enterrá-lo, definitivamente, com a cobertura recente dos acontecimentos na Palestina. Ao contrário do que se esperava e discutia amiúde, não foram as redes sociais a matar o jornalismo, mas os jornalistas nas redes sociais a matar a sua credibilidade. O jornalismo parece ser secundário.
Jornalismo, o elogio fúnebre